
Leitores reclamaram da manchete do UOL " Petistas usam queda de obra do Rodoanel para atacar Serra". A reportagem da Folha Online não trazia informações suficientes para a generalização do título. O UOL manchetou durante duas horas no dia 14. Depois a chamada desceu para um bloco na submanchete, também por mais duas horas. Não se justifica.
Mara Gama às 21h36
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Publico aqui as mensagens recebidas no fim de semana que comparam as coberturas dadas ao Apagão e ao acidente do Rodoanel, em São Paulo. Mostram impressões diferentes de parte do público sobre a edição no portal.
"Gostaria de saber onde foram parar as reportagens, matérias, cobranças sobre o apagão que deixou quase o Brasil todo sem energia elétrica. Agora, só vemos falar do acidente do Rodoanel. É uma questão política que move a pauta do jornalismo UOL? A dimensão dos dois acontecimentos é infinitamente diferente. O país todo fica às escuras, com milhares de problemas acarretados por ele, assassinatos, roubos, prejuízos, e o jornalimso UOL centra fogo no Rodoanel. Que fale do Rodoanel, mas cadê o apagão? Foi apagado da pauta." Neusa, no domingo, 15.
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"Me deparei com uma manchete estranha na tarde deste sábado: ''Petistas usam queda de obra do Rodoanel para atacar Serra''. Ao ler a matéria vi que apenas um deputado do PT de SP havia twitado: ''O desabamento da obra do Rodoanel deve ser apurado com rigor considerando a urgência que o governo de SP tem em entregá-la em virtude das eleições.'' O redator do UOL generalizou para todos do PT a frase de um único deputado. Não achei isso muito legal!" João, no sábado, 14.
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"Petistas usam acidente para atacar Serra". Engraçado... não vi a manchete "Tucanos usam apagão para atacar Dilma"." Cláudia, sábado, 14.
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"Depois de vários dias divulgando declarações de oposicionistas aproveitando o apagão energético para atacar o governo Lula eis que leio no UOL a seguinte chamada: "Petistas usam queda de obra do Rodoanel para atacar Serra e cobrar investigação".
É explícita a diferença de tratamento nas coberturas das "malfeitorias" do governo federal e estadual. Trata-se de um partidarismo rasteiro, jornalismo de quinta. Não vi nenhuma chamada do tipo: "Tucanos usam apagão para atacar Dilma e cobrar investigação". Por que dois pesos e duas medidas? Esse tipo de cobertura fere a credibilidade do UOL." Lica, no sábado, 14.
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"Petistas usam acidente para atacar José Serra''. Será que dava para anunciar uma manchete menos imparcial, ou quem sabe menos influenciadora! Pelo Amor de Deus! Espera-se de um portal tradicional, como o UOL, o serviço de atribuição da informação de forma mais racional!" Camila, sábado, dia 14.
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"Gostaria de ver se o episódio do Rodoanel terá a mesma cobertura ampla (e com o mesmo tom crítico em relação ao respectivo governante) que o caso do apagão elétrico. Infelizmente, de uma maneira geral, isso não tem acontecido." Alexandre, dia 14.
Mara Gama às 00h17
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No último dia 12, o leitor Bruno mandou mensagem para a ombudsman reclamando do aúdio do vídeo dos gols do jogo entre Palmeiras e Sport, pelo Brasileirão.
A questão é interessante. Esbarra na idéia de manter o caráter documental do vídeo e na necessidade de prover entretenimento sem ruídos, para todas as idades.
O clipe tem som direto do estádio.
A partida foi traumática e a torcida, ruidosa. Palavrões são identificáveis. O jogo foi conturbado. O árbitro Elmo Cunha foi afastado pela CBF até o final do campeonato por falha técnica ao apitar.
"Se vocês não têm condições em ter uma cabine apropriada, melhor pegar de uma TV as imagens, mas lamentável o áudio externo. Me senti tão mal que fui atrás da ombudsman. E sei que isso não será reparado, mas qualquer pessoa pode ouvir os xingamentos. Sinto vergonha. Um portal da grandeza do UOL e fazer vistas grossas. Quem autorizou aquele áudio do vídeo? Colocasse o video mudo. VERGONHOSO!" escreveu Bruno.
Conversei com o editor de Esporte por telefone sobre o caso. Ele informou que atualmente os vídeos têm som direto e a política até o momento é preservar o que foi captado.
Respondi ao leitor que este é o formato atual, mas que enviaria à Redação, como sugestão, a possibilidade de disponibilizar os dois arquivos - um com e um sem áudio original- ou que, no texto que apresenta o vídeo, fosse informado que tipo de áudio acompanha as imagens do jogo, como alerta aos leitores.
Bruno respondeu: "Acredito que o UOL tenha condições suficientes para ter uma cabine. O fato de levar o áudio externo não cabe ao UOL, mas filtrá-lo, sim. Seria mais prudente utilizar cenas da TV, que têm cabines para não expor os internautas a insultos. Uma criança torcedora de um time pode ver e escutar perfeitamente os xingamentos. Sei que este link não poderia ser mostrado numa apresentação à imprensa como exemplo do CASE DE SUCESSO do UOL ESPORTES (Vídeos de gols pelo Brasileirão).
A ponderação do leitor é pertinente. A Redação deve considerar esta discussão.
Mara Gama às 23h44
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Esta grande tripa com texto, fotos, mapas e links para assuntos relacionados evidencia a necessidade de rever a forma de pensar a edição de conteúdo e o projeto gráfico das páginas do UOL quando o assunto tem fôlego, duração, muitas fontes de informação e necessidade de explicação com imagens, como é o caso do apagão. Este flash da notícia principal sobre o apagão foi feito às 18h.
Com dados, depoimentos, reportagem, entrevistas garimpadas pela Redação e por parceiros, há uma enorme quantidade de unidades de informação que vão se somando.
Reunir todas estas informações para oferecer ao leitor um apanhado consistente sobre o assunto no momento é fundamental, e nesta página dá para ver que há muito o que expor.
Na página-tripa havia três mapas, duas janelas de vídeo, uma janela de foto e várias “caixas” com links.

Individualmente, os elementos estão bem-feitos, como é o caso destes dois mapas acima, simples e de fácil leitura.
Mas o excesso de material precisa ser filtrado e melhor hierarquizado. Como leitora, me sinto perdida com tantos elementos chamativos, um texto muito fragmentado e caixas com links agrupados, distribuídos na página sem uma ordem muito clara.
Um outro aspecto a destacar neste tipo de cobertura em que as informações vão sendo atualizadas, é que é necessário sempre estabelecer os marcos temporais, para contextualizar as informações.
No comentário abaixo, por exemplo, o jornalista Fernando Rodrigues diz que “até o momento” não há evidências de que o apagão tenha sido obra de hackers. Em algum lugar da página ou no cabeçalho do vídeo deveria estar explícito o horário da gravação.
Mara Gama às 21h58
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O UOL noticiou com agilidade, boas imagens e variedade de informações o blecaute que atingiu na noite de terça-feira, 10 de novembro, e madrugada de quarta, 11 de novembro, 18 Estados do país (segundo informação divulgada pelo governo nesta quarta).
Para quem acessou a internet através de computador ou celular, o serviço se manteve no ar e as notícias foram atualizadas continuamente durante a madrugada.
Na interatividade, no entanto, o UOL perde terreno. Um grupo de discussão para captar depoimentos sobre o apagão foi aberto a 0h17 de hoje. Até as 19h havia recebido 1380 mensagens.
Na concorrência, canais para o público postar comentários foram oferecidos bem antes deste horário e receberam até agora muito mais comentários. Quem ficou no Twitter, ou similares, e quem sintonizou a rádio para se informar percebe o quanto situações como esta inspiram a participação e os comentários do público sobre as notícias. Também através do botão “comunicar erro” das reportagens de UOL Notícias, os internautas enviaram informações para a Redação.
Das 22h30 da terça-feira até as 18h23 da quarta, havia 189 mensagens sobre o apagão vindas por este canal. 118 delas de leitores informando locais onde também faltava luz e discutindo prováveis causas do blecaute; 56 delas apontando erros diversos (de português, digitação, técnicos ou de informação); 14 críticas e um elogio sobre a qualidade das fotos do UOL.
Mara Gama às 20h00
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Um problema técnico está atrasando a entrega de mensagens dos leitores para a ombudsman do UOL.
A mesma falha interrompeu o envio de respostas automáticas, que atestam o recebimento das mensagens e informam demais canais de comunicação com o UOL.
A área técnica responsável está investigando o problema e deve apontar uma solução nesta quinta-feira.
Mara Gama às 19h09
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Na sexta-feira, 6 de novembro, a leitora Dani escreveu para a ombudsman: "Não há como comunicar erros ou denunciar comentários dos vídeos? Usuários tiram proveito do destaque dos vídeos para colocar mensagens. Não há moderação?"
Dani enviou dois exemplos de vídeos destacados na home page do UOL em que havia, entre os comentários, um grande número de propagandas de sites pornográficos. Os alvos destes spams foram os vídeos "Erros de filmagem de Star Trek" e "Novo Porsche Boxter Spyder".
A prática de inserir propaganda em espaços abertos à participação do público acompanha a internet desde o seu início. Quem trabalha na área sabe que é uma briga de gato e rato para manter os espaços de debate livres deste tipo de invasão.
Salas de bate-papo, fóruns e outros formatos virtuais abertos são alvos frequentes.
Muitas vezes as mensagens são enviadas através de um programa criado especialmente para isso - um robô, no jargão.
Deve ter sido o caso dos comentários destes vídeos. A moderação dos comentários vinha sendo feita após a publicação, segundo a Redação, para garantir dinamismo às discussões. O caso alterou a política. A partir de agora, as mensagens de alguns tipos de vídeos serão analisadas antes de serem publicadas.
A mudança contorna o problema, mas tende a esfriar os debates. A equipe está ciente do risco.
O desejável, do ponto de vista técnico, é que haja um sistema eficaz para excluir comentários fora de lugar, mesmo que sejam em grande volume, a qualquer momento, para preservar a fluidez nos canais de discussão.
Mas esta ferramenta tem de ser operada por uma equipe zelosa. Cada discussão aberta tem de ser monitorada durante o espaço de tempo em que estiver em destaque.
Sistema de denúncia de abusos e comunicação de erros para que o público possa ajudar a monitorar são auxiliares importantes. Mas a iniciativa e a condução do processo devem partir da Redação, que deve ficar de olho, para cuidar da conversa que propõe.
Tanto para resolver problemas como estes como para acompanhar online a repercussão, avaliando a interação com os usuários e a necessidade de providenciar correções e atualizações.
Mara Gama às 22h16
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Um texto de dez linhas, impreciso, com pouca informação, foi manchete do UOL por muitas horas neste sábado e agora, 20h, está ocupando a submanchete da home page do portal.
Apesar de ficar em destaque muito tempo, o texto não foi atualizado. A versão das 11h49 continua no ar. A informação é que uma pessoa morreu num tiroteio com a Polícia em plena Copacabana, depois de perseguição. A gravidade do caso aumenta por se tratar de um bairro que está entre os mais densamente povoados do Rio. Porém, o texto não informa o local exato do tiroteio e nem o horário.
Questiono se o assunto deveria estar na home page do portal por tanto tempo.. Mas se a Redação assim decidiu, a equipe deveria apurar melhor o assunto e dar mais informações ao seu público.
Mara Gama às 20h10
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Bom o texto publicado no UOL sobre a carreira do diretor, ator e roteirista Anselmo Duarte (1920-2009), morto neste sábado, 7 de novembro, em São Paulo. A biografia bem escrita e informativa passou boa parte do dia na home page do portal, destacada merecidamente na foto principal. Entre os concorrentes do UOL, havia textos menos interessantes, mas, em contrapartida, links para vídeos.
Faltou na cobertura do UOL pelo menos um trecho de “O Pagador de Promessas”, de 1962, filme que deu a Duarte a Palma de Ouro no festival de Cannes, única conquistada por filme brasileiro.
Mara Gama às 19h38
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“Acho desnecessário colocar manchetes revelando os eliminados de realities da TV paga. Eles são reprisados em outros horários e nem todos assistiram na primeira exibição. Deveria ser algo do tipo ‘clique aqui e veja quem foi eliminado’, assim fica a critério de cada um querer saber quem foi ou não”, escreveu a leitora Luiza, sobre a prática da home page do UOL de entregar em chamadas o resultado de tramas quando se trata de programas da TV paga.
Concordo com a leitora. Espero que esta nova mensagem possa sensibilizar a equipe a tomar mais cuidado com os enunciados.
Mara Gama às 19h28
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Benfeito, leve e divertido o álbum "10 coisas" em que a pin-up Dita Von Teese fala sobre temas propostos pela reportagem, entre eles, estilo de manicure (foto acima), estilo de maquiagem, filme preferido, incluindo a sua já sabida admiração pelo escritor brasileiro Paulo Coelho.
Faltou só dar mais informações sobre como são as performances da atriz - que faz streap tease - ou dar link para textos publicados no UOL e que tratam do assunto.
Mara Gama às 21h49
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Os leitores Jose, Narcelo, Jader e Carlos escreveram à ombudsman nesta terça-feira, 27, para apontar dificuldade de acesso a páginas e alguns serviços do UOL.
Segundo a área responsável, houve uma falha interna durante operação de ampliação de servidores, o que pode ter ocasionado lentidão e mau funcionamento de algumas páginas em alguns tipos de conexão entre 9h e 15h. O erro foi corrigido e o serviço está normalizado.
Mara Gama às 19h38
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(Atualizado às 19h30)
Das 13h a até pelo menos as 16h desta segunda-feira, 26, o UOL noticiou na home page que um meteorito havia caído na Letônia e aberto uma cratera de 20 metros de diâmetro.
Ao que tudo indica até o presente momento (18h30) a informação é falsa.
O UOL substituiu a noticia citada pela seguinte: "Geólogos afirmam que cratera de meteorito na Letônia é armação".
Apesar de corrigir o erro, até agora não providenciou para seus leitores a explicação devida por meio de uma errata, que deveria ficar neste índice. 
A home page de Ciência e Saúde, que também destacou a versão inicial, corrigiu o erro por volta das 18h40.
Mara Gama às 18h29
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"Durante a manhã de hoje foi veiculado na pagina do BOL que um monge teria andado sobre a água. Depois de algumas horas, a noticia foi mudada e foram agregadas informações à foto e à chamada, mudando de forma considerável o entendimento do conteúdo apresentado. Para que se tenha um canal informativo de qualidade na Net , confiabilidade é tudo. E particularmente tenho o BOL como um canal informativo de qualidade dentre as novas mídias". A crítica foi enviada pelo leitor Klinger.
Segundo o gerente geral Ricardo Fotios, responsável pelo BOL, a primeira equipe de plantão editou uma primeira foto, supreendente, da agência Reuters, com a legenda "Monge budista corre sobre a água por 18 metros em reservatório na China". A imagem recebeu chamada na home page do BOL as 9h30 desta sexta, 23 de outubro.
"No começo da tarde, a Redação obteve mais informações e o desmentido. Produziu um álbum completo e chamou na home BOL com a legenda "Monge budista 'corre sobre a água' por 18 metros na China; veja como ele fez isso", mostrando todo o truque em sequência com a foto que foi depois destacada na home page. Esta correção foi publicada às 13h30".
Após o alerta do leitor, a Redação do BOL publicou também uma errata, com estas explicações.
Mara Gama às 23h46
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Os conflitos entre facções criminosas e Polícia no Rio de Janeiro tomaram sites, jornais, revistas e a TV esta semana. A queda de um helicóptero da Polícia, no sábado, 17, após ser alvejado por tiros disparados em solo por criminosos iniciou a série de imagens e informações chocantes que mostram o estado de guerra na cidade.
Às cenas do helicóptero em chamas, se seguiram os ônibus em cinzas, flashes de uma população apavorada, policiais armados até os dentes, a desova de corpos em locais públicos e, por fim, o vídeo que mostra o assalto e assassinato do coordenador do grupo AfroReggae, Evandro João da Silva, com a omissão de socorro e o saque de pertences por parte de dois policiais militares.
O UOL noticiou diariamente os fatos mais importantes, declarações oficiais, e algumas repercussões, principalmente através de links para a Folha Online.
A home page acompanhou os acontecimentos de forma desigual, ora destacando assuntos de menor importância só por serem mais recentes e ora retirando completamente da área superior da página a cobertura sobre a semana de violência que merecia acompanhamento mais constante.
O destaque da cobertura até o momento foi a publicação da tradução da reportagem feita em primeira pessoa com o depoimento do jornalista Francho Baron, do “El País”, relatando sua incursão e o contato com criminosos no Morro dos Macacos: “Jornalista, para de tremer; se quiséssemos, você já estaria morto".
Na minha avaliação sobre esta cobertura, o UOL fica devendo aos leitores:
* uma interface que organize todos os textos, vídeos, depoimentos, reportagens, fotos e comentários sobre o tema, organizados de maneira dinâmica, inteligente e não automática;
* ferramenta e espaço para participação do público, com temas bem pensados e mediação responsável;
* entrevistas e debates em vídeo e texto com especialistas gabaritados que avancem nas análises e perspectivas sobre o assunto.
Mara Gama às 23h11
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